Homens alcoólatras – quando beber socialmente ultrapassa os limites.

Homens alcoólatras – quando beber socialmente ultrapassa os limites.

O alcoolismo é uma doença que causa grandes sofrimentos ao individuo como para todos que os cercam, e a luta é diária para que se consiga sair do fundo do poço e a ajuda de todos os que os cercam.  Homens alcoólatras é mais comum do que mulheres, claro que também existem casos de alcoolismo feminino, mas a maior taxa de incidência é no universo masculino e o que acontece com as famílias dessas pessoas é algo realmente assustador, pois com a doença vem os casos de agressão, as separações de famílias, filhos traumatizados.

 

homens alcoólatras- Beber socialmente ou alcoolismo?

 

Homens-alcoólatras

Como sabemos o momento em que beber para relaxar daquela semana vira uma dependência grave? Todos os finais de tarde principalmente as sextas-feiras os barzinhos lotam de pessoas que vão tomar um chopinho ou uma cervejinha para retirar a tensão da rotina, só que algumas pessoas ultrapassam esses limites e se entregam ao vício.

Claro que se você sair para beber com os amigos em casos de comemorações e até mesmo para aliviar a rotina não te tornará um homem alcoólatra, mas é preciso ficar atento aos sinais, se você se pega fugindo para a bebida a cada novo problema que surge em sua vida ai sim está na hora de tomar providencias e evitar que sua vida vire de pernas para o ar.

Como a bebida é uma droga lícita e vendida em qualquer lugar é de mais fácil acesso a todos acaba que muitas pessoas nem percebam que estão doentes.

E infelizmente o alcoolismo é mais comum do que podemos imaginar, todos os dias famílias inteiras são despedaçadas por esse mal, mas existem esperanças, o primeiro passo é aceitar a doença e encarar o problema de frente e aceitar os tratamentos, o mais difícil é encarar a internação mas muitas vezes é a melhor solução, alguma clinicas são especializadas no tratamento da dependência.

Mas nada substitui o carinho e a dedicação da família, sim, pois mesmo que as pessoas tendem a julgar não é um caso de falta de vergonha ou comodismo é uma doença e precisa ser tratada como tal, não adianta conviver com um alcoólatra e achar que ele vai se virar só, é uma comunhão, uma ajuda mútua, já imaginou se o pai da família é alcoólatra e em uma reunião familiar os presentes resolvem tomar uma cervejinha? Não cabe no contexto, não ajuda.

O ideal é procurar grupos de apoio, grupos de orações, orientação psicológica, tudo como uma maneira de ajudar o alcoólatra.

Nesses momentos a aproximação de Deus é fundamental para alguns entendimentos e para se adquirir sabedoria, na palavra dele encontramos conforto para carregar o cargo do dia a dia e assim você conseguirá ter mais paciência para lidar com essa situação tão complicada, já diz a palavra que a mulher sábia edifica seu lar, então se seu esposo está passando por esse grande problema que é o alcoolismo.

Participar de reuniões dos alcoólicos anônimos ajuda pela oportunidade de compartilhar as experiências, uma maneira de enxergar que não se está sozinho nessa luta, que existe sim uma solução, a terapia com um psicólogo semanalmente também te leva a questionar os motivos de ter chego a tal ponto, ir ao fundo do problema para encontrar a força para reagir e dar a volta por cima.

Homens alcoólatras muitas vezes não têm noção de seus atos quando estão tomados pelo vício, muitas vezes tomam certas atitudes no calor da dependência que vem a se arrepender depois, por isso lute! Erga a cabeça aceite o problema e reaja siga em frente, todos temos o direito de errar e reconhecer esse erro já é o primeiro passo dessa grande caminhada!

 

 

CARTA DE ADEUS DE UM JOVEM PARA SEU PAI

 

O ADEUS DE UM JOVEM

Esta carta foi publicada em abril de 1991 em um boletim do hospital São Camilo em São Paulo, escrita por um jovem de 19 anos vítima das drogas.
Eis os dizeres do jovem:


“Acho que neste mundo, ninguém procurou descrever o seu próprio cemitério.
Não sei como o meu pai vai recebê-lo, mas preciso de todas as forças enquanto é tempo.
Sinto muito, meu pai.
Acho que este diálogo é o último que tenho com senhor.
Sinto muito mesmo…Sabe, pai está em tempo do senhor saber a verdade de que nunca desconfiou.
Vou ser breve e claro. Certo? O tóxico me matou.
Travei conhecimento com meu assassino, o tóxico, aos 15 ou 16 anos de idade. É horrível, não pai?
No começo, foram as tonturas, depois o devaneio, e a seguir a escuridão.
Não fazia nada sem que o tóxico estivesse presente. Depois veio a falta de ar, o medo, as alucinações; e logo após, veio a euforia do pico novamente.
Eu me sentia mais gente que as outras pessoas. E o tóxico, meu amigo inseparável, sorria, sorria…Sabe pai, a gente, quando começa acha tudo ridículo e muito engraçado.
Até Deus eu achava ridículo e, hoje, no leito de um hospital, eu reconheço que Deus é o mais importante de tudo no mundo e que sem a ajuda Dele, eu não estaria escrevendo esta carta.
Pai, só tenho 19 anos, e sei que não tenho a menor chance de viver. É muito tarde pra mim, mas para o senhor, meu pai, tenho um último pedido a fazer.
Diga a todos os jovens que o senhor conhece e mostre a eles esta carta. Diga a eles que, em cada porta de escola, em cada cursinho de faculdade, em qualquer lugar, há sempre um senhor elegantemente vestido e bem falante, que irá mostra-lhes o seu futuro assassino e destruidor de suas vidas, que os levará à loucura e à morte, como aconteceu comigo.
Por favor, faça isso meu pai, antes que seja tarde demais para eles.
Perdoe-me, pai. Já sofri demais. Perdoe-me também por fazê-lo sofrer pelas minhas loucuras.
Adeus, meu pai.”

 

Um mês depois de escrever esta carta, o jovem morreu no hospital.
Fico a me perguntar até onde vamos tolerar este tipo de morte, será que um dia terá solução? Será que não falta atitudes dos pais para combater esse tipo de problema?
Quando leio uma história como essa, penso que atitudes simples poderiam mudar totalmente esse cenário! Se os pais fizessem pelo menos uma refeição junto dos filhos, teriam 50% de chances de jovens e adolescentes não entrarem no mundo das drogas, e isso custaria uma refeição diária juntos!
Como dizia o Padre Léo Tarcísio Gonçalves Pereira: pai e mãe que rezam com seus filhos na hora das refeições, para deitar ou para levantar, não perdem os filhos para as drogas NUNCA! Pois sempre terão proteção Divina e eles próprios terão sabedoria para discernir o certo do errado, a oração é o maior poder da terra!